ORIENTAÇÃO TÉCNICA – EJA – AVALIAÇÃO DOS PAD’s

Data - 15/02/2011
Grupo- Coordenadores de EJA
Coordenação Geral - Glória Parrillo

Objetivo - Sistematizar a avaliação para aplicação do PAD – EJA, discutindo a importância da avaliação como um dos instrumentos para reorganizar o planejamento.

Trabalho em Grupo-Analisar e elaborar as avaliações do PAD em grupo por disciplinas

Análise e elaboração do PAD- EJA
EMEF Maria José Buscarini, EMEF Maria Alice, EMEF Machado de Assis, EMEF Antônio Fenólio, EMEF Dalva Barbosa, EMEF Ayrton Senna, EMEF Heitor Villa Lobos, EMEF Terezinha Volpato Continue lendo
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TEXTOS DE APOIO VI – ADI’s

BRINCAR


Saber “de onde vim” e o “que vou ser quando crescer” são questões sempre presentes durante toda a infância. A capacidade de brincar abre para a criança um espaço de decifração dos “enigmas” que a rodeiam. A brincadeira é para ela, um espaço de investigação e construção de conhecimentos sobre si mesma e sobre o mundo.

Brincar é uma realidade cotidiana na vida das crianças, e para que elas brinquem é suficiente que não sejam impedidas de exercitar sua imaginação. A imaginação é um instrumento que permite às crianças relacionar seus interesses e suas necessidades com a realidade de um mundo que pouco conhecem, é o meio que possuem para interagir com o universo dos adultos, universo que já existia quando elas nasceram e que só aos poucos elas poderão compreender. A brincadeira expressa a forma como uma criança reflete, ordena, desorganiza, destrói e reconstrói o mundo a sua maneira. É também um espaço onde a criança pode expressar, desejos, medos, sentimentos agressivos e os conhecimentos que vai construindo a partir das experiências que vive. Continue lendo

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TEXTOS DE APOIO V – ADI’s

Deliciosas rotinasNem sempre o que parece monótono é ruim


Se um casamento não dá certo, botam a culpa na rotina. Se alguém vive sem motivação: “É a rotina”. Se a criatividade de uma empresa cai, fala-se logo em rotina.Essa má fama, que associa a palavra a tudo o que é tedioso – burocracia, ramerrão, acomodação, monotonia, mediocridade – não leva em conta outras rotinas, algumas até vitais.

Um casal amigo meu todo ano vai a Paris e a algum outro lugar. Sempre assim: Paris e mais uma cidade da Europa, durante a primavera. Monótono, não? Um outro vai ouvir Wagner em Bayreuth, entra ano, sai ano. Sei de um sujeito – incrível – que dá uma escapada todo ano com a ex – esposa, hoje casada, ele também casado, sempre no mesmo dia, sempre no aniversário de namoro deles. Rotina…Algumas virtudes estão associadas à rotina: segurança, harmonia, padrão de qualidade, confiabilidade. Para alguns parecerão virtudes um pouco caretas, mas nem por isso são descartáveis. Na produção industrial, por exemplo. Continue lendo

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TEXTOS DE APOIO IV – ADI’s

TUDO O QUE EU REALMENTE PRECISAVA SABER, EU APRENDI NO JARDIM DA INFÂNCIA.

(Robert Fulghum – tradução livre de Ernesto H. Simon)

A maior parte do que eu realmente precisava saber sobre como viver e o que fazer e como ser, eu aprendi no Jardim de Infância. Na verdade a Sabedoria não está lá, no alto do Morro da Faculdade, mas sim bem ali, na caixa de areia da escolinha.

As coisas que aprendi foram estas: reparta as coisas. Jogue limpo. Não bata nos outros. Ponha as coisas de volta onde as encontrou. Limpe a bagunça que você fez. Não pegue coisas que não são suas. Diga que você sente muito, quando machucou alguém. Lave as mãos antes de comer. Puxe a descarga. Biscoitos e leite quentinho fazem bem. Viva uma vida equilibrada.

Aprenda um pouco e pense um pouco e desenhe e pinte e cante e dance e brinque e trabalhe um pouco… todos os dias.

Tire um cochilo todas as tardes. Quando você sair por aí, preste atenção no trânsito e caminhe, de mãos dadas, junto com os outros.

Observe os milagres que acontecem ao seu redor. Lembre – se do feijãozinho no algodão molhado, no copinho plástico. As raízes crescem para baixo e a plantinha para cima e ninguém realmente sabe como e porque, mas todos nós somos assim. Peixinhos dourados e porquinhos da Índia e ratinhos brancos e mesmo o feijãozinho no copinho plástico – todos morrem. Nós também.

E lembre do livrinho de Joãozinho e Maria e a primeira palavra que você aprendeu, sem perceber. A maior palavra de todas: OLHE !!! Tudo que você precisa mesmo saber está aí, em algum lugar. As regras básicas do convívio humano, o amor, os princípios de higiene.

Ecologia, política e saúde.Pense como o mundo seria melhor se todos – todo mundo – na hora do lanche tomasse um copo de leite com biscoitos e depois pegasse o seu cobertozinho e tirasse uma soneca. Ou se tivéssemos uma regra básica, na nossa nação e em todas as nações, de por as coisas de volta nos lugares onde as encontramos e de limpar a nossa própria bagunça. E será sempre verdade, não importa quantos anos você tenha, se você sair por aí, pelo mundo afora, o melhor mesmo é poder dar as mãos aos outros, e caminhar sempre juntos.

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TEXTOS DE APOIO III – ADI’s

ROTINA – PARA MELHOR ORGANIZAR O TRABALHO PEDAGÓGICO

“ Rotina aqui não é expressão de rotineiro, que se arrasta tediosamente. Rotina, aqui é entendida como a cadência seqüenciada de atividades diferenciadas que se desenvolve num rítmo próprio, em cada grupo. A rotina estrutura o tempo, o espaço e as atividades. Rotina é alicerce básico para que o grupo construa seus vínculos, estruture seus compromissos, cumpra suas tarefas, assuma suas responsabilidades.”

Madalena Freire

PLANEJAMENTO ANUAL

Áreas do conhecimento: Linguagem Oral e Escrita, Matemática, Movimento, Música, Artes Visuais, Natureza e Sociedade. Continue lendo

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TEXTOS DE APOIO II – ADI’s

O INGRESSO NA ESCOLA

1. ADAPTAÇÃO DA CRIANÇA
A criança deverá se adaptar em três níveis:

a) EMOCIONAL
A separação entre mãe e filho ocorre de modo gradativo desde o seu nascimento.Podem ocorrer problemas dessa separação inclusive no ingresso escolar.Exemplos: choro no momento de entrada, dificuldades de relacionamento entre colegas e professores.

b) INTELECTUAL
A entrada na escola representa o início da aprendizagem formal para a criança. Momento de participar de atividades planejadas, diferentes das recebidas através das próprias brincadeiras e observações do ambiente familiar.

c) SOCIAL
Se a criança já está acostumada a conviver com outras crianças ou se tem irmãos mais velhos que já vão à escola mostrará desejos de imitá-los.Entretanto se a criança não tem hábito de sair para brincar com outras crianças poderá apresentar dificuldades.Nos primeiros dias pode se mostrar tímida, retraída, isolar-se das brincadeiras, mostrar – se agressiva e não acatar às normas passadas pela professora.O que fazer?Não devemos forçá-la para se envolver com as atividades. O papel da professora é incentivar sem pressioná-la. É importante dar um tempo para que a mesma encontre sua própria forma de aceitação. Continue lendo

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TEXTOS DE APOIO I – ADI’s

CARACTERIZAÇÃO DA FAIXA ETÁRIA


CONSIDERAÇÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Maria Lucia Medeiros[1]


O desenvolvimento infantil varia muito dependendo de cada criança, dos estímulos que recebe, do meio social, econômico e cultural em que está inserida. As características aqui apontadas são apenas referências, uma vez que elas podem se manifestar mais cedo ou mais tarde.Nesse sentido, é preciso respeitar a individualidade de cada criança, evitando avaliações como as de que há problemas e defasagens quando ela ainda não realiza certos movimentos ou atividades que outras da mesma idade. O conhecimento das capacidades adquiridas ou em aquisição em cada momento contribui para orientar práticas pedagógicas nas instituições  destinadas à educação infantil.De todos os seres vivos, o ser humano é o que mais depende do adulto ao nascer. Não se alimenta e não se locomove sozinho e ainda não adquiriu a fala. Os primeiros anos de vida, portanto, são marcados por aprendizados importantes para sua vida futura.Observemos, então, em linhas gerais, o que acontece nas diferentes idades. Continue lendo

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EQUIPE DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

Diretora do Departamento da Educação
Dirce Matiko Takano

Assistentes Técnicos Pedagógicos
Deborah Ribeiro do Valle
Glória Fernandes Parrillo
Nathalia Rhormens de Souza
Rosana Behaker Garcia Crippa
Rute Cordeiro de Souza
Simone Freitas Lopes Domingues
Vanderly de Almeida Lima

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LEGISLAÇÃO GERAIS DO AEE

SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS

LEGISLAÇÃO:

Visando o apoio a implementação da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e do Decreto nº 6.571, 17 de setembro de 2008, que dispõe sobre Atendimento Educacional Especializado (AEE), encaminha as Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) na Educação Básica, orientando os sistemas de ensino para a matrícula dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas comuns do ensino regular e a oferta do atendimento educacional especializado (AEE), complementar a escolarização. Continue lendo

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TEXTOS PARA REFLEXÃO – AEE

BARREIRAS ATITUDINAIS: OBSTÁCULOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA

Francisco J. Lima1 e Fabiana Tavares dos Santos Silva 2

RESUMO:

Este artigo apresenta algumas das barreiras atitudinais mais comumente praticadas contra os alunos com deficiência na escola. Tais barreiras interferem, e mesmo impossibilitam a educação desses alunos. Compreendem posturas afetivas e sociais, traduzindo-se em discriminação e preconceito. Apresentam-se nas escolas regulares, bem como nas especiais. As barreiras atitudinais são perpetuadas na e pela ação da escola e só será por meio da educação que se poderá erradicar tais barreiras ou, pelo menos, minimizar seus efeitos danosos. Oferece-se um breve esboço de taxonomia das barreiras atitudinais. Continue lendo

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